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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Cecília, voltei

qqqqaaaaa....que nada Cecília..voltei... pensei que eles já haviam sido extirpados da vida publica

mas estão ai...por isso voltei... eu pensando em ir prá um planeta mais decadente que este...que nada...meu Haiti é aqui...
viva o Haiti: olha a vida e a morte



Cecilia Cotrim voltei...que que isso...eles não dão sossego prá gente...eu pensando que minha tarefa estava terminada quando na verdade está apenas começando: todos juntos para combater o...ah, melhor não falar o nome até mesmo porque não vim para incomodar ninguém ...vim para ficar em silencio quietinho no meu canto...
fui...
:://
cunha rindo


138 confirmaram contra 373 que ainda não se posicionaram se vão ou não comparecer na sessão. Apenas um parlmanetar já admitiu que não comparecerá.
Veja abaixo a lista de participação por partido.

URGENTE: Cunha vai se salvar, já alegam falta de quórum. TOPICS:Cunha Posted By: admin setembro 7, 2016 Site cria consulta para confirmar presença de…
FALANDOVERDADES.COM.BR
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Getúlio Motta Vergonhoso é o congresso nacibal. Poder que não representa em nada, o povo brasileiro.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Debate: As Origens do Materialismo, de George Novack


Enviado por Antonio Ateu

Do blog Convergência

As origens do materialismo, de George Novack

Diego Braga
George Novack foi um dos mais brilhantes intelectuais marxistas do século XX e pertenceu a um dos mais importantes partidos da Quarta Internacional, o Socialist Workers Party  (SWP – Partido Socialista dos Trabalhadores) dos Estados Unidos. Graduara-se com honras em 1927 por nada menos que a Universidade de Harvard, onde estudara filosofia e literatura. Trazia consigo um cabedal cultural sólido e raro entre seus pares. Apesar de suas credenciais louváveis, que poderiam lhe ter rendido louros no universo acadêmico, Novack dedicou sua produção mais à educação teórica da classe trabalhadora que à elite intelectual. Compreendera o marxismo como poucos.
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http://www.jornalggn.com.br/blog/antonio-ateu/debate-as-origens-do-materialismo-de-george-novack

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Quem for de esquerda levante a cabeça

''(...) Segundo Engels, "os chamados socialistas dividem-se em três categorias". Os reacionários, que, pese embora a fingida compaixão pela miséria do proletariado, esforçam-se por restabelecer os privilégios e o domínio da aristocracia (atualmente financeira) e os donos da grande indústria. Os comunistas lutarão sempre contra esta categoria, pois não oferecem a menor perspectiva de libertação dos trabalhadores. Mostram os seus verdadeiros sentimentos cada vez que o proletariado se torna revolucionário, aliando-se à burguesia contra o proletariado. A segunda categoria, os socialistas burgueses, são partidários da sociedade atual. Para suprimir os seus males propõem grandiosos planos de reformas mantendo todas as bases dessa mesma sociedade. Trabalham de facto para os inimigos dos comunistas. A terceira categoria os social-democráticos, propõem em parte medidas comuns aos comunistas, não como forma de transição para a sociedade comunista, mas apenas como meio que seria suficiente para acabar com a miséria e males da sociedade atual. Os comunistas entender-se-ão com eles nos momentos de ação e no possível para ter uma política comum sempre que não se coloquem ao serviço da burguesia'(...)''

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http://jornalggn.com.br/blog/antonio-ateu/quem-for-de-esquerda-levante-a-cabeca

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A mimese e a ideologia da arte em Platão e Aristóteles

A mimese e a ideologia da arte em Platão e Aristóteles


Por Carlos Gildemar Pontes


Não é de agora que a arte tem sido agregada a esquemas ideológicos. Em sistemas políticos decorrentes de golpes ou revoluções, o valor da arte é associado à ideologia pelo poder dominante. Tudo que contrariar este valor agregado é colocado no campo da subversão, o que torna tal atitude um despropósito, pois referenda o conceito intrínseco da arte, o de subverter e revolucionar.

As considerações sobre a arte literária e sua relação com a sociedade existem, em si, desde o nascimento das primeiras formas literárias, o poema ou a narrativa orais, que inauguraram a cultura artístico-verbal dos homens através de uma representação. Isso começou a ser sistematizado desde a Antiguidade clássica, quando se tentou definir os gêneros literários.

Esta representação foi, ao longo dos tempos, incorporando uma série de relações discursivas, fruto do acúmulo das obras manifestadas através dos diversos tipos de arte e das suas linguagens. A arte, como uma forma de comunicação sensível entre o artista e a sociedade, traz na sua linguagem um entremeado de idéias que dialogam no tempo e no espaço de uma ou de várias culturas. No caso da literatura brasileira, veremos momentos díspares em relação a um conceito de mimese. Ora tendemos para a dupla cópia: imitamos uma fôrma literária estrangeira ou tentamos criar a nossa própria fôrma.

A literatura, em seu processo de elaboração, possibilita o diálogo de um texto com outros textos e com as outras formas artísticas, pelo tempo e espaço indefinidos. A relação entre a literatura e os outros elementos da cultura, segundo M. Bakhtin[1][i], associa o fazer artístico ao ideológico. A noção de mimese no caso está dissociada da representação da realidade. O que importa para o pensador russo são as relações dialógico-discursivas que estabelecem as formas artísticas.

Desde Aristófanes, em As rãs, já estava esboçado um princípio norteador da existência da literatura enquanto fenômeno social. No livro III, e posteriormente no livro X, d’A República[1][ii], Platão divide os gêneros literários em três: épico, lírico e dramático e considera a idéia como a verdadeira realidade; o objeto será uma mera imitação da realidade, portanto, quem copia um objeto estará imitando uma imitação. Quando tratava da imitação na arte, Platão referia-se de forma restritiva aos poetas.

O autor de tragédias, se é um imitador, estará por natureza afastado três graus do rei e da verdade, assim como todos os outros imitadores.[...] Sendo assim, a imitação está longe da verdade e, se modela todos os objetos, é porque respeita apenas a uma pequena parte de cada um, a qual, por seu lado não passa de uma sombra .(p.324-325)

No livro III, Platão faz restrições à obra de Homero, precisamente aos aspectos relativos ao que chama de “encanto poético”. Para o filósofo, o “encanto poético” prejudicaria a formação de crianças e homens, pois as palavras que produzem tal efeito resultariam em uma certa deformação no caráter dos homens. Por isso, Platão, pela voz de Sócrates, afirma:

pediremos licença a Homero e aos demais poetas para que não se ofendam se as eliminarmos. Não que a maioria não as considere poéticas e suaves, porém, quanto mais poéticas, menos devem chegar aos ouvidos de crianças e de homens que devem ser livres e recear a escravidão bem mais que a morte. (p.76)

Não aceitava Platão que a natureza da criação literária consistisse exatamente na imitação não só de uma obra/objeto, mas também de uma idéia/realidade. Para o filósofo, o bom poeta não seria aquele capaz de dominar o assunto do qual fala sem conhecê-lo profundamente. Se falasse sobre a guerra, deveria ser conhecedor igualmente a um general; se sobre a cadeira ou o sapato, deveria ser do mesmo modo marceneiro ou sapateiro.
Apesar da atitude de censura ao poeta, o discurso platônico será retomado por outros não tão ilustres quanto Platão, mas lamentavelmente limitados a algum tipo de censura.
De outra forma pensou Aristóteles. Neste, e na sua Poética, a Poesia (Literatura) ganha status de Arte superior à própria História.

Por isso, a Poesia encerra mais filosofia e elevação do que a História; aquela enuncia verdades gerais; esta relata fatos particulares. Enunciar verdades gerais é dizer que espécie de coisas um indivíduo de natureza tal vem a dizer ou fazer verossímil ou necessariamente; a isso visa a Poesia, ainda quando nomeia personagens. Relatar fatos particulares é contar o que Alcebíades (fulano) fez ou fizeram a ele.[1][iii]

Sua abordagem, portanto, passa do plano idealista para o plano ontológico. Enunciação aparece, aqui, como dizer ou fazer verossímil. A poesia comporta um discurso que é necessário à sua existência.

Segundo Bosi,

Com Aristóteles instaura-se um modo técnico de conceber o texto de poesia: como se este fosse trabalhado, desde dentro, por um projeto que visasse a produzir determinados efeitos (o épico, o trágico, o cômico...) mediante o uso de determinados meios: a flauta ou a cítara; o pé jâmbico ou o pé trocaico; a unidade de tempo, a unidade de ação. (...) Se há meios, instrumentos, recursos, procedimentos da linguagem artística, então é possível dizer, ainda, que a posteriori, em tempo de análise, que a composição e a elocução do poema obedeceram a regras. Há um saber que se pode classificar e transmitir, um saber que pode virar norma: a Retórica.[1][iv] 

 

Vê-se que Aristóteles compreendia as relações dos elementos intrínsecos da poesia e o efeito que produziriam em nós. Considerava a obra de arte como mimesis e, como tal, a separava conforme o imitado, o meio de imitação e a maneira pela qual essa imitação se efetuava. A poesia, por tratar de uma verdade geral e operante, pode, através do poeta, escolher este ou aquele incidente para alcançar uma realidade mais profunda que aquela expressa na realidade comum.

O poema se forma, em Aristóteles, como uma imitação verbal de atos, fábulas e caracteres, no que esses objetos têm de possível. E o que funda, em última instância as formas e os limites desse possível? O conhecimento, que o poeta detém da comunidade de valores e afetos que o liga ao seu público.[1][v]

Se para Aristóteles os elementos constituintes distintos em todo discurso são: aquele que fala, o assunto de que se fala, aquele a quem se fala; analogicamente, o texto, o escritor e o público constituem realidades indissociáveis no processo de criação literária. Para nós, é bastante significativa esta reflexão inicial, dialogada com Bosi, das vozes de Platão e Aristóteles sobre literatura. Seguí-los e compará-los através de suas obras e de seus descendentes teóricos é estabelecer a relação dialógica necessária para a compreensão e para a análise dos textos.









1. Mikhail Bakhtin elaborou uma teoria literária baseada nas relações entre literatura e cultura a partir da noção de dialogismo, polifonia e plurilingüismo. Ver, dentre outras obras do teórico russo que tratam do assunto, Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. 2ª ed. Trad. Aurora Fornoni Bernardini e outros. São Paulo: UNESP/HUCITEC, 1990.

2. PLATÃO. A República. Trad. Enrico Corvisieri. São Paulo: Nova Cultural, 1997.

3. ARISTÓTELES et al. A poética clássica. Introdução Roberto de Oliveira Brandão. Trad. Jaime Bruna. 3ª ed. São Paulo: Cultrix, 1988, p. 28.

4. Alfredo Bosi, In: BRANDÃO, Roberto de Oliveira. A tradição sempre nova. São Paulo: Ática, 1976, p.12.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Estado de arte x objeto artístico x mercado

Categoria: Performance (em construção)

Ah essa correria,,,não

1- O primeiro momento. Visão. Relatar de sonho desta noite.

2- O segundo momento. Forma. Dar visualidade ao sonho desta noite

Baseada no sonho desta noite, ficar na esquina da avenida araguaia com a 3, na esquina do banana shopping.  Perto onde tem uns churrasqueiros. Anotar, a palavra Lu  La, assim, dividida, o cidadão da classe E, uma palmeira seca de uma planta noutra palmeira palmeira esta verde

3- O terceiro momento. Conhecimento. Isso tem a ver com que lei da integração, ops, do integral perfeito, da integralidade, perfeição, nada a ver com perfeccionalismo

Poder curador instalado na cidade*,,,será necessário para guardar as coisas materiais

O tempo não dá pra nada,,,ontem vi a Yashira em posição de Cristo,,ela disse que os artistas tem que andar em formato de cruz,,,,o TJ-GO onde está ocorrendo a exposição dela está incomodado com as folhas secas no chão,,,ela disse que foi chamada numa sala reservada e uma gestora do TJ disse que está incomodada pq  as obras dela estão impedindo que as coisas bonitas do Tribunal sejam exibidas, as paredes, a arquitetura,,,
ela me disse que eles não deixaram ela tirar xerox dos papéis que ela distribui ao atender o povo,,,os jovens adoram conversar com ela...ontem um reporter do jornal O Popular estava a fotografando, cheguei na hora das fotos,,o fotógrafo era uma pressa danada, saiu correndo e deixou os papeis que a Yashira havia reservado para ele,,,A artista me entregou uns papéis para entregar para o reporter saí correndo mas não o alcancei....
Eu: Dona Yashira, não alcancei , ele saiu feito um foguete. O que foi mesmo..
Ela: Ele está apressado pq vai fotograr uma criança que caiu no buraco,,,semprer assim, a arte em último lugar...a criança caiu pq...adoram sensacionalismo..ele distorcem o que a gente faz,,,tem artista que coloca na coluna social que está nos EUA, mentira,,,tudo mentira,,,não há nada pessoal, o reporter liga para o artista que mente e sai lá que ele está na europa...
Eu: pq ele está tão apressado

depois continuo


* cidade-estado, local de convivência dos indivíduos dos animais ás pessoas juridicas, passando pelos humanos

O Luis Nassif publicou meu post sobre a Yashira, ainda não tive tempo de interagir,,,

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-simplicidade-e-a-artista-plastica-yashira

Ir ao Fujioka, a máquina fotográfica, da Panasonic, não reconhece o cartão de memória, preciso de uma máquina que preste,,,uma panorâmica,,,,não tem cabimento não poder tirar fotos como ontem quando vi Yashira sendo fotográfica às pressas pelo fotografo de O Popular, eu deveria ter fotografado ele fotografando Yashira às pressas, pois havia sido chamado para fotografar tragédias, sensionalismo...a arte deixada de lado, como me disse Yashira...
..
Câmera de video? Que tal um celular Iphone que possa funcionar como máquina de fotografar e filmar...tenho perdido muitos lances,,,nunca estou com a máquina fotográfica,,,nem a abertura da exposição de Yashira documentei... nem o sonho de ontem a noite que acabei de ver corroborado..em Yashira..

..,,,
A Yashira me disse que foi chamada numa salinha reservada do TJ onde uma mulher lhe disse: Vc tem que tirar suas obras, aquelas folhas estão tampando a beleza do Forum...eu vi o desprezo ontem,,este povo ridiculo com risinhos de ignorantes e de debochados quando Yashira era fotografada em formato de cruz, de braços abertos, com uma roupa muito bonita, uma túnica com tons esverdeados,,,espelhos,,,ela disse que só podia ser fotografada daquele jeito pq era isso mesmo, o artista carregando a cruz...
...
Até o convite fizeram errado,,, o coquetail foi servido antes do final da apresentação......eu estava no dia, o fotógrafo não viu nada do que eu vi ou, se viu, não registrou,,,só mostrou uma mulher com olhar tenso,,,depois ela me disse que ficou tremendo de estress diante ao ver o tratamento humilhante que é dado aos artistas e a arte, não há espaço e, quando oferecem, o artista tem que bancar com tudo e ainda por cima é humilhado...ela disse que a imprensa só se interessa por sensacionalismo, vende jornal, que ],,..foi quando lhe falei do Poder Curador para cuidar dessas mazelas e dar amparo à expressão dos artistas,,,,em seguida ela disse: Vou dedicar uma página para você, e começou a escrever com letras bordadas....ela escreve cortando as palavras,,eu deveria ter filmado,,mas cadê que eu ando com as máquinas...ela foi perguntando sobre meus afazeres eu eu disse que editava o mural do spin,,fui escrevendo e ela anotando,,,achei estranho ela escrever as palavras...tudo cortado, assim
SisTEMA poÉtico InFORMATivo nATO...,,,..

sábado, 1 de setembro de 2012

O Deus que Devasta Mas Também Cura – Lucas Santtana




Mais de uma década depois de apresentar seu trabalho de estreia, o cantor, compositor e multiinstrumentista Lucas Santtana dá sequencia a turnê de lançamento do seu quinto disco “O Deus que Devasta mas Também Cura”. O Show traz o repertório do ultimo disco mas também revisita os discos anteriores, como Sem Nostalgia, 3 sessions in a greenhouse, Parada de Lucas e Eletro Ben Dodô. No palco Lucas Santtana conta com a participação da banda Seleção Natural, formada por Maurício Fleury (teclados), Betão Aguiar (baixo), Caetano Malta (guitarra), Fernando Trz (samples e sint) e Beto Gibbs (bateria). No repertório músicas novas como Para onde irá essa noite?, É sempre bom se lembrar e Se pá ska S.P se misturam a Cira Regina e Nana, Amor em Jacumã, Lycra Limão e De Coletivo ou de Metrô. CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE UCAS SANTANNA NA PÁGINA DO TEATRO CCUFG

Fonte: Centro Cultural UFG
Travou tudo nesse blog, os links não abrem, nada pode ser solucionado selecionado etc
Não sei o que aconteceu